Feliiiiiiiiz Nataaaaal :)

‘O mundo girando’ deseja a todos um Natal lindo, cheio das melhores coisas que todos nós merecemos nessa vida: muito amor, muitos abraços e beijos, famílias reunidas e bons pensamentos. Cada um de nós faz o seu Natal.

Que o espírito de luz visite e permaneça em todas as casas e em todos os corações!

Abraços,

Anna Motzko

Sobre coisas que valem a pena: The Piano Guys

Depois de tanto tempo sem postar, eu tinha mesmo é que voltar com coisa boa.

The Piano Guys, conhecem?

Até ontem, eu nunca tinha ouvido falar. E agora descobri que os caras são fenômenos no YouTube! Pode isso? Descobri em quanto passeava pela FNAC, na Avenida Paulista.

O som é diferente, é delicioso e atraente.

Cinco homens e um piano. Muitas mãos, muitos sons, um deslumbre!

Os caras tocam sucessos como Somewhere Over The Rainbow [cláaaassica!] e What Makes You Beautiful, do One Direction, com uma leveza que é de se admirar.

Vale a pena conferir 🙂

Abraços,

Anna Motzko

Compra e venda: notas, diplomas e OSSOS!

TRÁFICO DE OSSOS RENDE NOTA, DIZEM ALUNOS DE MEDICINA

Em Folha de S. Paulo, 03/11/2013

Os alunos brasileiros com poder aquisitivo relativamente alto, o baixo salário dos professores e a falta de controle das faculdades de medicina alimentam uma enorme rede de corrupção na Bolívia.

Negociam-se notas, diplomas e até ossos humanos roubados de cemitérios de Santa Cruz de La Sierra.

Três alunos da Universidade Cristã da Bolívia (Ucebol) relataram à Folha que alguns professores dão pontos extras a estudantes que compram apostilas e até ossos do fornecedor indicados por eles.

“O aluno compra um osso e deixa o nome dele com o vendedor. Depois, o professor checa o nome e acrescenta de cinco a oito pontos num exame de 25 pontos”, explica um estudante do primeiro ano.

Para passar numa disciplina, é preciso acumular ao menos 51 pontos –o máximo é 100 pontos.

Apesar de proibido por lei, a maioria dos alunos tem ossos humanos em casa.

Muitas vezes, essa é a única forma de estudar, já que as faculdades, com número ilimitado de vagas, não têm ossos para serem usados nas aulas por todos nas aulas.

O comércio é feito às claras, em anúncios na internet, em panfletos ou no boca a boca. Na semana passada, uma brasileira revendia um esqueleto completo por R$ 200.

Os ossos são roubados principalmente de cemitérios na empobrecida periferia de Santa Cruz, a maior cidade boliviana, com cerca de 1,7 milhão de habitantes.

VENDA DE NOTAS

Além do tráfico de ossos, é comum ainda a venda de notas em exames por parte dos professores, cujo piso é de apenas R$ 11 pela hora/aula.

Na Universidade de Aquino (Udabol), estudantes ouvidos pela Folha afirmam que professores costumam cobrar R$ 450 para aprovar em suas disciplinas –o valor é equivalente a 41 horas de trabalho dos docentes no país.

Outro golpe é usar a transferência de uma faculdade privada a outra para “saltar” até três semestres, por meio de currículos falsificados.

O vice-reitor da Ucebol, Cesar Ramiro, disse à Folha que qualquer prática ilegal é combatida, mas admite o problema. Desde de 2012, diz ele, 12 professores foram afastados por causa de irregularidades.

FALSIFICAÇÕES

Há ainda o caso dos diplomas falsificados. Em operação no mês passado, a Polícia Federal identificou 41 diplomas irregulares de universidades bolivianas.

Uma delas é a UNE (Universidade Nacional Ecológica), que pertence ao embaixador da Bolívia no Brasil, Jerjes Justiniano. Dos 2.200 alunos da instituição, 1.600 são brasileiros cursando medicina.

O porta-voz da UNE Giovanni Violeta disse que a universidade colaborou com as investigações no Brasil. “Expulsamos e denunciamos mais de dez alunos. Não podemos sujar o nome por causa de alguns títulos.”

Violeta diz que um ex-funcionário da UNE é suspeito da fraude e que cada diploma falso foi vendido por R$ 3.800.

Apesar dos problemas, o ex-professor da Ucebol Ruben (nome fictício) disse que há bons alunos brasileiros, embora sejam em minoria.

Em quatro anos na sala de aula, o docente diz ter identificado ao menos dez estudantes com potencial.

Apontado pelos colegas como exemplar, o estudante do quarto ano de medicina da Udabol e auxiliar de enfermagem Claudio Simas, 35, resolveu estudar medicina após oito anos trabalhando na Santa Casa de Ribeirão Preto.

Simas assegura que nunca foi reprovado numa disciplina nem pagou para passar. A inspiração, diz, foi um médico que se formou na Bolívia, passou no Revalida e era seu colega de trabalho.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/11/1366123-trafico-de-ossos-rende-nota-dizem-alunos-de-medicina.shtml

Anna Motzko

 

ao que é especial na vida…

SONETO DO AMIGO

Vinícius de Moraes

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica…

Sobre anorexia: a arte que auxilia a luta

ARTISTA BRITÂNICA CONTA LUTA CONTRA ANOREXIA EM AUTOBIOGRAFIA EM QUADRINHOS

BBC Brasil, 04/10/2013

Em Lighter than my Shadow (Mais leve do que minha sombra, em tradução livre), Katie Green, de 30 anos, desenhou todas as ilustrações e escreveu os diálogos à mão, elegendo o preto e branco como a cor dos quadrinhos.

Para ela, esta foi a melhor forma de expressar o clima sombrio e pesado que pairava sobre a família, afetada por sua doença.

Os quadrinhos mostram como Katie enfrentava dificuldades para comer já na infância, quando começou a criar estratégias para despistar os pais.

Uma passagem do primeiro capítulo mostra a menina, de maria-chiquinhas, escondendo fatias de pão no bolso do casaco e aparecendo na cozinha com o prato vazio.

“Muito bem”, dizia sua mãe, acreditando que a filha havia tomado o café da manhã. Temendo que os pais vissem o pão no lixo, ela começou a esconder as fatias atrás de uma estante no seu quarto.

Mas acabou desmascarada em um dia de arrumações em que seu pai arrastou o móvel e se deparou com uma montanha de pão.

AUTODESTRUIÇÃO

O livro sugere que episódios como esse levaram a família a fazer terapia. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, a artista diz admirar a forma como seus pais e irmã a apoiaram quando ela precisou deixar a escola para ser tratada em casa.

“Deve ter sido horrível para eles ver que eu estava tentando me autodestruir”, diz ela.

Com a ajuda de terapeutas e nutricionistas, Katie seguiu uma dieta balanceada e lembra ter encarado a situação como se “a comida fosse o remédio para sua doença”.

Mas, ao voltar para a escola, no último ano do ensino médio, ela se sentia mais vulnerável do que nunca.

“Esse foi o momento mais perigoso, porque as pessoas achavam que eu estava bem, mas por dentro eu estava desesperada”, diz Katie.

ARTE COMO CURA

Ela diz ter encontrado a cura após a graduação, quando se matriculou em um curso de arte.

Ter encontrado uma paixão lhe deu pela primeira vez um motivo para querer vencer a anorexia por si mesma e não pelos outros.

“Foi a grande virada”, lembra a artista.

Seis anos mais tarde, Katie conta sua história em 504 páginas, mas diz que escrever o livro não foi uma catarse. Há tempos ela não pensava mais no controle obsessivo de sua alimentação e em todas as outras questões que envolvem a doença, e o projeto lhe trouxe memórias de uma época que ela gostaria de esquecer.

“Mas se eu conseguir ajudar famílias a lidarem com a complexidade que é viver com uma adolescente com distúrbio alimentar já terá valido a pena”, diz.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/10/131004_livro_anorexia_quadrinhos_fl.shtml

Anna Motzko

Elysium – um mix de Brasil e cinema hollywoodiano

O trailer me deixou curiosa e o namorado queria assistir. Bora pro cinema, então! ‘Elysium’, que estreou na última sexta-feira (20/09), me pareceu, antes mesmo de assisti-lo, ser um daqueles filmes que viram assunto de conversa entre amigos, justamente por contar com a participação de Wagner Moura, brasileiríssimo, que tem em seu currículo ótimas atuações e é sempre lembrado pelo tal Capitão Nascimento, em Tropa de Elite I e II.

Pois fomos.

E digo que não deixou a desejar, não. O elenco é bacana e a fotografia também. Não é o tipo de filme que costuma me atrair – muuuita ficção! Mas o fato de ser bem feito e contar com bons nomes o fez digno de ser por mim recomendado.

A trama rola num futuro tipicamente hollywoodiano: a Terra é um planeta impossível de se habitar, mas alguns ainda sobrevivem, em meio a um ar super poluído, com falta de condições de se viver em todos os sentidos. Gostei muito da comparação feita por Marcelo Forlani, para o UOL: “o cenário é muito parecido com o que foi mostrado recentemente em Wall-E”. E é mesmo. Porém, nada de robôs fofinhos!

Em vista das condições em que a Terra se encontrava, humanos criaram uma espécie de ‘novo planeta’ – Elysium -, para o qual só alguns poderiam ir. Planeta lindo, com ar puro, árvores verdinhas, mansões, piscinas e cápsulas de cura, capazes de tornar uma pessoa à beira da morte em uma totalmente sadia.

Matt Damon é Max, que vive ‘naquela Terra perdida’ desde sua infância, sonhando com o dia em que será capaz de chegar à Elysium. Já adulto, em seu local de trabalho – onde participava da montagem de robôs que controlavam a vida dos humanos que restavam na Terra – é exposto a uma alta dose de radiação, o que lhe dá apenas cinco dias de vida a partir de então. Encontrando-se nessa situação, Max procura Spider, vivido por Wagner Moura, um tipo de hacker, capaz de, por meios ilícitos, levar cidadãos da Terra à Elysium.

E a doideira do filme começa exatamente aí, no momento em que Max vai fazer DE TUDO para alcançar seu sonho de infância e, agora, o único meio que tem de se salvar da radiação que acaba com ele aos poucos.

Daí em diante, entram em cena Jodie Foster, como Delacourt, chefe da segurança de Elysium, e Alice Braga, como Frey, enfermeira em um hospital de Los Angeles e amiga de infância de Max, que possui uma filha com leucemia e para qual a cápsula de cura seria a única solução.

Indico! Gostei bastante da atuação do nosso brasileiro – mas, particularmente, não curti o fato de ele ter levado para o cinema estrangeiro o vocabulário lotado de palavrões usado em Tropa de Elite. Matt Damon está fantástico! E, pra quem gosta de futurismos e pura ficção, é um prato cheio.

Com certeza, deixarão o cinema desejando que muito do que ali foi visto se tornasse real.

Abraços e boa semana,

Anna Motzko

 

 

Sobre células-tronco e cicatrização

Como todos sabem, sou louca por novidades na ciência, principalmente quando essas novidades estão relacionadas a melhorias para a nossa saúde. Hoje, estudando para a prova de Patologia, achei uma matéria super interessante e inovadora, que relaciona a ação das células-tronco, tão estudadas e testadas atualmente, com a cicatrização de ferimentos. Segue pra vocês:

FIO COM CÉLULAS-TRONCO ACELERA CICATRIZAÇÃO

Estudo da Unicamp desenvolve técnica para “colar” as células em linha empregada para costurar machucados

Por Reinaldo José Lopes para a Folha de S. Paulo, 17/09/2013

Para reparar feridas no intestino de cobaias, pesquisadores da Unicamp estão contando com a ajuda de “costureiras” microscópicas: as células-tronco mesenquimais.

Por meio de uma técnica complexa, patenteada pela universidade, eles descobriram como “colar” as células num fio de sutura cirúrgica.

As feridas costuradas com o fio especial cicatrizaram em 15 dias, quando o normal seria levar em torno de dez semanas. Por enquanto, a abordagem foi testada em ratos.

“Isso pode ser um avanço na área de regeneração de tecidos”, diz a hematologista Ângela Malheiros Luzo, coordenadora do estudo.

Ângela é orientadora do biólogo Bruno Bosch Volpe, cujo trabalho de mestrado foi o desenvolvimento da técnica e que deve continuar a refiná-la em seu doutorado.

As células-tronco mesenquimais estão em diversas regiões do corpo, como cordão umbilical e camadas de gordura –nesse último caso, é fácil obtê-las durante uma lipoaspiração, por exemplo.

“Preferimos células vindas da gordura porque, além de a obtenção não ser tão invasiva, é mais fácil fazer elas proliferarem”, diz Ângela.

Ainda há dúvidas sobre a versatilidade desse tipo de célula. Sabe-se que elas dão origem a tecidos como osso e cartilagem e há indícios de que poderiam se transformar em músculos ou neurônios.

Testes iniciais mostraram resultados animadores para uma série de doenças, mas é possível que elas funcionem só como “suporte de vida” de órgãos lesados, produzindo substâncias que facilitem a cicatrização, por exemplo.

No caso das feridas intestinais estudadas, as fístulas (canal que une duas regiões que deveriam estar separadas), outros cientistas já tinham tentado amenizar a lesão aplicando células-tronco, sem grandes resultados.

Parece que o pulo do gato é o uso do fio especial para costurar a ferida. Volpe e sua orientadora acharam a receita correta para “colar” células vivas no fio, com a ajuda de uma substância chamada fibrina, e manter a proliferação delas antes da costura.

“O importante do trabalho não foi só o uso da cola. A questão era fazer com que as células saíssem do fio e tivessem efeito benéfico depois da sutura”, diz a hematologista.

Outra vantagem da abordagem é que as células-tronco usadas em humanos seriam obtidas a partir do organismo do próprio doente, evitando a rejeição.

Não há datas para testes em pessoas, mas um alvo óbvio são as que têm doença de Crohn, problema com severos sintomas gastrointestinais e recuperação difícil.

Mas, diz Ângela, a técnica poderia melhorar a eficácia de suturas em outros casos, como em cirurgias plásticas.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cienciasaude/129239-fio-com-celulas-tronco-acelera-cicatrizacao.shtml

Anna Motzko

Pesquisas apontam que perda de memória por idade pode ser reversível

PERDA DE MEMÓRIA POR IDADE PODE SER REVERSÍVEL, MOSTRA NOBEL

Do UOL, 28/08/2013

A deficiência de uma proteína no hipocampo cerebral é a principal causa para a falta de memória no envelhecimento, mas esse processo associado à idade pode ser reversível, diferente do que acontece com o alzheimer, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira (28) no periódico médico da Associação Americana de Ciência, a Science Translational Medicine.

O novo estudo foi liderado por um dos maiores especialistas em memória do mundo, o austríaco Eric Kandel, que trabalha na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. O neurocientista foi premiado em 2000, junto com Arvid Carlsson e Paul Greengard, com um Nobel de Fisiologia e Medicina por suas pesquisas em lesmas-do-mar que identificaram os genes e as proteínas que tornam possíveis as lembranças de curto e longo prazo nos neurônios.

“Nossa pesquisa fornece sólidas evidências de que a perda de memória associada à idade é uma síndrome com causas e consequências independentes do Mal de Alzheimer“, afirma Kandel na divulgação da Universidade. “Os resultados terão impacto na saúde pública.”

Para diferenciar os processos de perda de memória desencadeados pelo envelhecimento dos iniciados pelo Mal de Alzheimer, o grupo avaliou células cerebrais em estado de pós-morte retiradas de oito adultos que tinham entre 33 e 88 anos.

Isso lhes permitiu isolar as regiões do hipocampo, que se ocupam da aprendizagem e da memória no cérebro, prejudicadas por cada um dos dois tipos de perda de memória, destacando o papel da proteína RbAp48. Eles apontaram que seu declínio no cérebro está associado a uma menor capacidade do órgão em lembrar de fatos.

Processo reversível

Depois de identificar a ação da proteína nas amostras de células cerebrais humanas, os neurocientistas fizeram alterações genéticas da RbAp48 para saber como ela se comportava nos cérebros de camundongos jovens em comparação aos dos animais mais velhos.

Nesse estudo adicional, o grupo constatou nas espécimes mais jovens a mesma perda de memória das cobaias mais velhas, causada “naturalmente” pelo envelhecimento. Porém, ao restaurar os níveis da proteína, a memória dos camundongos jovens voltava à capacidade normal.

Em uma segunda etapa, os pesquisadores fizeram transferência genética viral nos cérebros de camundongos velhos, aumentando a presença da RbAp48. Eles observaram uma melhora na capacidade de memória com a proteína, com índices comparáveis aos notados em camundongos jovens.

“O fato de termos conseguido reverter a perda de memória associada ao envelhecimento nos camundongos é encorajador”, diz Kandel.

“Isso mostra que a RbAp48 tem um papel fundamental nesse processo, e que a perda de memória associada à idade se dá numa mudança no funcionamento dos neurônios, diferenciando esse tipo de perda de memória da influenciada pelo Mal de Alzheimer, que causa perda significativa de neurônios no cérebro.

O artigo científico ressalta, no entanto, que ainda não é possível afirmar que a técnica se aplicaria a cérebros humanos.

“Ainda não temos como afirmar que a técnica funcionaria em humanos, mas o ponto é que, para desenvolver intervenções eficazes, primeiramente temos de achar o alvo correto. Agora nós já temos esse alvo e podemos avaliar terapias que podem funcionar no combate à perda de memória, sejam elas farmacêuticas, nutracêuticas ou à base de exercícios físicos e cognitivos”, conclui Scott Small, coautor do estudo com ratos.

Disponível em http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2013/08/28/falta-de-proteina-no-cerebro-afeta-perda-de-memoria-indica-nobel.htm#fotoNav=69

Anna Motzko