Salão do Turismo em São Bernardo

Divulgando um evento bastante interessante, que está acontecendo aqui na minha cidade, São Bernardo do Campo, e que vai até amanhã – de GRÁTIS 🙂

VERA CRUZ RECEBE SALÃO SÃO PAULO DE TURISMO

Repórter Diário, 20/06/2013

São Bernardo do Campo recebe neste fim de semana, de 21 a 23 de Junho, o Salão São Paulo de Turismo. O evento, um dos mais tradicionais do setor e com entrada gratuita, será sediado no Pavilhão Vera Cruz, no Jardim do Mar.

O Salão tem o objetivo de fomentar nas cidades do interior e do litoral paulista o turismo sustentável. Para isso, oferece ao público visitante os seus produtos e serviços nas áreas de hotelaria, gastronomia, artesanato, folclore, festas tradicionais, roteiros turísticos, eco turismo e turismo de aventura. O visitante também poderá conhecer o patrimônio histórico, estâncias, além da arte e da cultura de diversas cidades paulistas.

No ano passado, a feira reuniu cerca de 15 mil visitantes, com 121 cidades expositoras, 54 estandes, 22 entidades participantes. Também foram realizados 28 cursos e palestras.

São Bernardo do Campo também terá seu espaço na feira. Em um estande de 56m², a cidade vai apresentar parte da sua gastronomia, como a tradicional polenta com molho à bolonhesa. Também haverá a distribuição de pipoca, exposição de carros antigos, apresentações de taikô – espécie de tambor japonês, que faz referência à grande colônia presente no município -, e carrinhos da Cidade da Criança para fotos. Além disso, artesãos da Economia Solidária vão mostrar parte de sua produção.

Além do público em geral, o Salão tem o objetivo de atrair investidores para o setor de turismo e criar novas vagas de trabalho.

A feira é realizada desde 2001 no Centro de Eventos São Luís, na capital paulista. Neste ano, a feira será realiza no Vera Cruz em função da reforma do Centro.

No dia 21 a feira será realizada das 14h às 20h. Já no sábado (22) e no domingo (23) a exposição ficará aberta ao público das 10h às 18h.

Quem tiver interesse em participar das palestras e exposições deve se inscrever no site www.salaospturismo.com.br. Mais informações pelos telefones 3758-0142 ou 2532-2495.

Comentário: Eu ainda não visitei, mas meu pai foi até lá ontem, dar uma conferida, e achou o máximo! Segundo ele, os estandes estão muito bem organizados, bem bacanas, e dá pra tirar um monte de informações legais a respeito dos mais diversos locais. Trouxe pra casa uma infinidade de panfletos, revistas, folders e tudo o mais de muitos lugares de São Paulo para os quais nem damos muita atenção ou nem sabemos da existência. Acredito que vale a pena dar uma passadinha por lá. O estacionamento também é gratuito!

Abraços,

Anna Motzko

 

 

Sobre as melhores coisas da vida: VIAJAR.

Para mim, não há nada melhor. Me faz bem, me faz sentir que estou vivendo uma outra vida. Não é para fugir dos problemas, não. E muito menos da vida real. Mas renova qualquer ser… Ah, se renova!

Estrada para Campos do Jordão, SP

Admiro todos os destinos. Não há uma cidade que eu conheça que seja parecida com outra. Todas têm suas particularidades, e é justamente isso que eu procuro sempre. Coisas novas. Não há nada melhor do que pegar o carro, sair pela estrada e não saber, ao certo, o que irá encontrar naquele determinado lugar. Melhor ainda? Sair sem saber pra onde ir. É mágico viver momentos que não imaginava viver!

Viajaria todos os dias. Viveria cada dia da vida em uma cidade diferente. Por duas vezes já saí do Estado, mas.. Sinceramente? As viagens mais incríveis eu fiz por aqui mesmo. São Paulo é realmente um Estadão. Têm infinitas coisas pra se conhecer e se deslumbrar – programas para todos os gostos e bolsos, de verdade. Então, se a sua alegria é a mesma que a minha [viajar!], não arrume impecilhos como a falta de grana. A natureza, por exemplo, não cobra para ser admirada!

Vista do Ski Mountain Park, em São Roque, SP.

Pode fazer chuva, pode fazer sol. A estrada pode ser asfaltada ou de terra. Não importa! Faça o teste. Decida horas antes que quer sair por aí e realmente VÁ! Comece pelas cidades próximas e avance a cada vez um pouco mais. É dica de quem já fez e de quem se deu muito bem fazendo assim.

Pare em estradas belas e olhe a paisagem. Faz super bem pra mente.

Cachoeira dos Pretos, em Joanópolis, SP.

Visite lojas de artesanato locais. Verá coisas que, com certeza, nunca viu na sua cidade.

Coloque os pés pra relaxar numa cachoeira bem gelada. Manda o stress pro be-le-léu!

Conheça uma cidade serrana. E depois uma praiana. E depois chegue ao limite entre os Estados. A sensação é maravilhosa!

Como sempre, eu não consigo escrever sem deixar uma bela dica no final. E a dica de hoje, sexta-feira, é justamente essa. Saia de casa, meu filho! Deixe o celular, a internet, a TV e tudo o mais pra lá por alguns momentos, pois isso tudo você tem todos-os-dias. Boas viagens são terapia e nos renovam. A segunda-feira definitivamente não é o seu dia preferido, tô certa? Viva um intenso fim de semana e depois me conte como foi sua ‘volta à vida real’.

Um homem precisa viajar, por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros e tevês, precisa viajar, por si, com os olhos e pés, para entender o que é seu.” Amyr Klink

Espero que tenha gostado das fotos (ao longo do texto) de viagens NADA PLANEJADAS e INCRIVELMENTE INCRÍVEIS que eu fiz.

Abraços e boa viagem,

Anna Motzko.

 

Bate-volta da vez: Campos do Jordão

Se na primeira tentativa você não teve muito sucesso, não custa nada tentar a segunda, certo?

E nós tentamos.

Conhecer Campos do Jordão já tinha virado A PIADA da minha vida. Num passado não-muito-distante, meu namorado e eu saímos felizes e contentes, rumo à bela cidade fria, do Festival de Inverno, aos chocolates.. Quando resolvemos dar ouvidos a um viajante, no meio do caminho, e acabamos em Serra Negra! Hahahahaha! Prefiro não me aprofundar nos detalhes.

Mas, querendo mandar a zica pro beleléu e mostrar pra todo mundo que poderíamos chegar lá, sim, pegamos o carro nesse sábado e… BORA!

De São Bernardo do Campo/SP até Campos leva-se umas três horas. Vale muito a pena sair cedo de casa se sua intenção for um bate-volta, como a nossa. Chegamos lá por volta do meio dia e já demos de cara com um trânsito monstro no portal da cidade.

Diferente de todas as outras cidades do interior que já visitamos, Campos do Jordão é MUITO grande. Antes de ir, pesquisei alguns pontos turísticos, e tal. Gosto muito de visitar mirantes, centros históricos, monumentos… Gosto de fotografar e admirar o que a cidade oferece nesse sentido. Mas, meu-Deus-do-Céu! Um ponto é muito oposto em relação a outro. Hahaha! “Quero visitar o Palácio do Governo e a Pedra do Baú!”. Impossível! Pelo mapinha que recebemos no Centro de Informações Turísticas, tudo parecia tão próximo… Conselho: quando for pra lá, NÃO ACREDITE em muita coisa do que está naquele mapa. Primeiro: ele te dá essa louca sensação de que você pode visitar tudo o que quiser e de que a cidade é um ovo. Segundo: ele só ilustra as ruas que acha mais bonitas. É! Isso mesmo! Nos encontramos perdidos diversas vezes, e as ruas onde estávamos simplesmente não estavam no mapa. Esquisito pra caramba!

 

 

 

 

 

 

Buscando a Pedra do Baú, demos de cara com o Palácio do Governo, ou Palácio da Boa Vista. Ele está aberto à visitação desde 1970, e conta com um acervo de obras de arte, que é todo explicadinho por monitores. Não pesquisamos o horário de funcionamento antes de ir, por isso vimos os portões fechados. Funciona de 4ª feira a domingo e feriados, das 10h às 12h e das 14h05 às 17h05.

Ah! Lembrando que, antes da chegada ao Palácio, o primeiro lugar visitado foi a Cervejaria Baden Baden. Sempre ouvi que não se poderia ir a Campos e deixar de visitá-la. Ba-le-la! Pode até ser que seja o máximo, sabe? Mas você sairá de lá com cara de bobo se não agendar antes de ir. A visitação para conhecer as instalações é paga, pode ser feita todos os dias, das 10h às 17h – super concorrida! Fica a dica!

Saímos pela estrada, em busca da tal Pedra. A alternativa foi perguntar a um suposto habitante daquele louca cidade. A resposta foi que a Pedra ficava a uns 15 km de onde estávamos, já em São Bento do Sapucaí. Putz! Por que, então, consta como um ponto turístico de Campos do Jordão? Alguém me diz, por favor?

Verdes de fome, decidimos ir direto ao centro nervoso da cidade, onde demos de encontro com um trânsito infernal, reflexo do Festival de Inverno. O que agrada a vista é a arquitetura local, super bela. Casinhas bem clássicas, cara de Suiça… Amei! Até as agências bancárias compartilham dos telhadinhos pontiagudos!

Quer curtir o centro da cidade?

Primeiro: se estiver sem paciência, é melhor voltar pra casa. É dificílimo achar um lugarzinho pra parar o carro e o valor dos estacionamentos é absurdo. Paramos super-hiper-mega-longe do centro e caminhamos um bocado. Segundo: leve uma graninha considerável. A cidade tem uma loja mais linda que a outra, e dá vontade de levar tudo pra casa. Só tem um problema: aceitar cheques e cartões de crédito e débito é luxo! Quando entrar em qualquer comércio, o ideal é perguntar ou observar as plaquinhas, que costumam estar bem na entrada do local.

O centro é uma graça! As pousadas, os restaurantes, as vielas… Tudo por lá é bonito. Visitamos muuuitas chocolaterias/cafeterias… Tudo cheio! Esse friozinho realmente inspirou o pessoal a visitar a cidade. Almocei uma deliciosa truta ao molho de alcaparras com batatas sauté – e acho que truta é um prato meio típico da cidade, pois me pareceu ser servida na maioria do restaurantes que passamos. Aprovadíssima!

Os chocolates também não são muito baratos. Na maioria das chocolaterias, o preço é de 11,90 por cada 100 gramas. Mas vale muito a pena! São maravilhosos e os chocólatras saem de lá felizes da vida 🙂

Por fim, não visitamos a Pedra do Baú. Na verdade, não visitamos nenhum ponto turístico, tirando o centro da cidade. Na volta pra casa, passamos por um Belvedere, do qual se tem uma vista incrível das montanhas e do pôr-do-sol. Quando vir uma plaquinha com os dizeres ‘Vista Chinesa’, pode parar. A vista que se tem é linda demais e digna de muitas fotos.

Conclusão que tivemos sobre esse passeio: NÃO DÁ – realmente NÃO DÁ – para visitar Campos do Jordão em um único dia. A cidade é muito grande, tem muito movimento e tem, sim, muitos lugares pra se conhecer. Acredito que em dois dias o passeio se torna mais proveitoso, e até pretendo voltar lá pra curtir um pouco mais. A viagem de carro demora bastante, o que faz com que não dê tempo de ‘querer’ conhecer tudo. Só fiquei triste por não ter ido até a Pedra. Era o que eu mais queria. Ah! Blusas são muito bem vindas. Casacos, gorros, luvas… Durante o dia o sol até esquenta um pouquinho, mas, no fim da tarde, a temperatura cai de uma vez. Friozinho de montanha. Gostoso, mas é bom se agasalhar bem.

Enfim, espero que as dicas sejam úteis aos futuros visitantes. Apesar dos pesares, foi um lindo dia!

Abraços,

Anna Motzko

Aparecida do Norte – Santuário Nacional

No dia 19 de junho, última terça-feira, matei uma vontade antiga de conhecer o Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em São Paulo. Lugar sensacional!

Após três horas de viagem, a visão do Santuário, com aquela arquitetura riquíssima em detalhes (não sou arquiteta, diga-se de passagem!) e aquela grandeza toda, é impressionante. Aos católicos, super recomendo. Aos religiosos, vale muito a pena. Acredito que me encantaria com tudo aquilo independente de minhas crenças particulares.

Vá com tempo. Fui com meu namorado, em um típico ‘bate-volta’ em pleno dia de semana. Mas tem MUITA coisa pra conhecer! Passamos o dia inteirinho só dentro do Santuário! Não chegamos a conhecer a cidade de Aparecida em si. Pelo pouco que vi, é uma cidade bem simples, que mantém tudo como sempre foi. Casinhas antigas, prédios antigos, tudo muito calmo – calmo até demais!

Tivemos a oportunidade de assistir metade de uma missa e a preparação para a missa no centro da Basílica nova, que é transmitida ao vivo pela TV Aparecida. É tudo muito grandioso, de deixar qualquer um de boca aberta, sem exageros!

Aos devotos de Nossa Senhora Aparecida, é um passeio inesquecível. Dentro da Basílica fica a imagem original dela, aquela que foi encontrada pelos pescadores em 1717, no Rio Paraíba. É permitido fotografar tudo – o que eu particularmente AMEI! Mas é sempre bom respeitar os ambientes e manter um certo ‘limite’.

Tem-se acesso à famosa Passarela da Fé tanto pelo Santuário, onde fica a Basílica Nova e mais conhecida (foto) quanto pela parte alta da cidade, onde se localiza a Basílica Velha – em tamanho, incomparável à Nova. A visão que se tem do Santuário quando se está na parte alta da cidade é demais!

Ah! As coisas por lá não funcionam até muito tarde, não! A maioria do serviços fecha por volta das 16h, 17h. É bom ficar esperto!

Dá pra levar bastante lembranças pra casa e o local ainda conta com restaurantes, lanchonetes, caixas eletrônicos e tudo o mais. Por incrível que pareça, tem um Mc Donald’s lá dentro, o que nos foi um grande motivo pra risadas!

E é isso. Passeio recomendado, testado e aprovado. Voltarei lá assim que puder. Quero conhecer a cidade e admirar tudo com mais calma. Se está em São Paulo, recomendo MUITO ir pela Ayrton Senna – a Dutra tem pedágios caros e, além disso, muitos caminhões.

Fica aí o site do Santuário: http://www.a12.com/santuario/default.asp

Beijos e abraços, Anna Motzko

Vista da Passarela da Fé